sexta-feira, 26 de junho de 2009


Intra Rail 2007

Chegada a Lisboa


Parque das Nações



Torre de Belém



Oriente


Mosteiro dos Jerónimos


Padrão dos Descobrimentos


Castelo S. Jorge


Museu Militar


Cascais


Sintra


Faro


Portimão



Comboio - em direcção a Lagos


Lagos

Foram as melhores férias de Verão, sem duvida!

Facilidades.
Hoje falaram-me disso e eu confesso que fiquei bastante atordoada com a conversa. Não me falaram sobre a facilidade que os filhos de pais ricos têm em arranjar roupas de marca ou telemóveis ultimo modelo, nem das facilidades que um atleta profissional tem para entrar numa faculdade. Falaram dum campo especifico, da facilidade de uma relação, mais propriamente da facilidade que uma rapariga totalmente e loucamente apaixonada pode dar a um rapaz. Disseram-me que eles não gostavam e que raparigas assim eram completamente descartáveis. Não é que já não soubesse isso. Estou farta de saber e tal como eles não gosto de facilidades no que toca ao amor. Gosto de desafios e de conquistas que demoram algum tempo a serem realizadas, tal como aconteceu contigo. Mas o facto é que realmente fiquei a pensar neste assunto. Pensativa em relação a algumas atitudes e consequências.
Não cheguei a nenhuma conclusão.
O medo de te perder não me deixa raciocinar, não com a clareza que é preciso. Não quero mudar e não quero que te canses. Não sei se estou a ser fácil, o que é certo é que estou diferente e por isso talvez não tenha sido à toa que me arrastaram para a tal conversa.
Estou a ser embalada por este sentimento como nunca fui, e sinto que tenho de pôr um travão, não vá ter a maior desilusão e decepção da minha vida.
Sinceramente não me apetece sofrer o dobro ou o triplo do que já sofri. E se continuar neste caminho, temo que seja isso que vá acontecer. Não quero, não quero.
E também não quero mudar, embora ache que seja necessário. Continuo a não querer, a não querer. Não quero transmitir-te uma ideia errada, por isso vou tentar ser moderada e arranjar um meio termo. Também não me apetece. E agora é a altura em que vocês pensam: mas esta gaja é mesmo complicada.
E eu respondo, e que rapariga é que não é confusa?
Eu própria acho que já estou a ficar doente só de pensar neste texto e no seu conteúdo. São coisas a mais a passarem-me pela cabeça, demasiadas ideias para tão curto espaço físico. Eu vou-me controlar juro e vou tentar não voltar a pensar neste assunto.
Vou acreditar no que os outros me dizem (sim, porque depois da tal conversa eu tinha que ouvir as outras opiniões, se não estrava logo em depressão)! Vou acreditar que eu não sou fácil e que apenas lutei com tudo para ser feliz. Que facilidade não tem esse significado e que eu mereço o que me está a acontecer. Que ninguém se vai cansar porque estamos completamente moldados para ficar juntos. Eu vou mesmo acreditar nisso. Preciso de acreditar.

quarta-feira, 24 de junho de 2009


Indicação temporal: Noite de Quarta-feira
Espaço físico: Quarto, o meu quarto
Estado: Ansiosa e nostálgica
Roupa: Calças de ganga, top com cerejas
Cabelo: Preso
Ambiente: Yann Tiersen, telemóvel, televisão ligada (sem som), singlet enrolada no pescoço

A atingir o limite. As chamadas não matam as saudades, nem tão pouco as mensagens. Só dificultam ainda mais. Ter que te ouvir através de um dispositivo electrónico é frustrante, ter que trocar mensagens para não sentir a falta das tuas palavras é angustiante. Preciso de mais, o meu corpo precisa de mais, tenho que mudar. Mudar-me. Não digo que não aguentaria este ritmo durante meses, mas acredito que a tristeza acabaria por me inundar de lágrimas e falsos sorrisos. A distância não é saudável. Podem discordar, argumentar à vontade, eu não mudo de opinião. A distância corrói, a distancia consome, a distancia afasta e eu não gosto nem um pouco disso. Eu quero é estar contigo, aparecer-te à porta sempre que desejar, levar-te a tomar o pequeno-almoço só para ter a certeza que o dia corre bem, dormir abraçada a ti, enrolada nos teus braços. Quero poder beijar-te quando me dá vontade, abraçar-te. Quero poder esmurrar-te e morder-te sempre que o pedires. Quero simplesmente ter-te por perto. Presenciar todos os momentos, os maus, os bons. Quero fazer parte do teu presente e futuro.

Quero-te. Não te quero só para mim. Quero-te!
As saudades matam.
Está-me tudo a morrer aos poucos.
O sabor do teu beijo,
a intensidade do teu abraço,
a imagem do teu sorriso,
o carinho do teu olhar,
o cheiro do teu perfume.
Começa tudo a ficar um pouco distorcido da realidade.
Preciso mesmo de te ver.
Tenho de sentir tudo isto de novo,
saber que estás vivo, bem dentro de mim!

terça-feira, 23 de junho de 2009

"Tu ainda hoje te perguntas porque é que eu não fui capaz de dar o tal primeiro passo. Fodace, eu só de olhar para ti ficava nervoso caralho. Só pensava. Esta gaja é linda. Fodace *.*. Mudaste-me completamente. Eu que era o puro do Don Juan, não consegui sequer dar-te a puta de um beijo. Acho que tava com medo por ser estranho e tu depois deixares de me falar. Epa não sei. Tiveste de ser tu a avançar. Caralho onde e que eu tinha a puta da cabeça -.-. A partir dai pronto. Eu acho que não dormi nessa noite, a pensar em ti e nos nossos beijos.."


Como eu tenho saudades dos beijos super gostosos uhuh!
Téamô

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Perder como? Perdidos estamos nós. Não, não é esse perder! Perder-te para outro, que por estar longe te faça esquecer que existo e da falta que ainda te faço. Mas para me perderes era preciso que eu largasse a nossa corda e que tomasse outro rumo, arranjasse outros ideais. E se aparece um rapaz enquanto eu me encontro do outro lado? Que me preencha mais do que o que tu preenches? Sim. Como? Como é que se consegue enfiar uma caneta num porta-lápis que nem sequer consegue fechar? Como é que se escreve num caderno que até a capa está escrita? Como é que se enche um copo quando este já está completamente cheio? Explica-me!

domingo, 21 de junho de 2009


Panda. Exame de matemática. Dezassete. Catorze. Português. Sete. ISCTE. Lisboa. Entrecampos. Massamá. IC19. Vinte e quatro horas. Fotocópias. Economia. Thomas e Bela. Metro. Ineis. Cafezada, Lancharada, Almoçarada e Jantarada. Quicas. Evora.

Famalicão deixou de estar nos meus planos. Norte também!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Capital fixo e variável. Empresas não financeiras e financeiras. Economias abertas e fechadas. Fluxos reais e monetários. Sectores e unidades institucionais. Óptica do produto, do rendimento e da despesa. Produto bruto e liquido. Externalidade positiva e negativa. Balança de serviços e de rendimentos. (…)
Nomes a mais para interiorizar num dia só.
O resultado foi precisamente este!


O penteado não era assim tão mau. Apos ter pregado um susto à minha mãe, quase concordou comigo quando disse que estava pronta para entrar na passerelle.


Mas é verdade. O penteado e a maquilhagem eram quase tão assustadores como os das manequins super profissionais. E não digam que não!


Agora esta cara! Mereço o desconto. Por favor.

quarta-feira, 17 de junho de 2009


Quatro letras nos matam quatro facas
que no corpo me gravam o teu nome.
Quatro facas amor com que me matas
sem que eu mate esta sede e esta fome.

Este amor é de guerra. (De arma branca).
Amando ataco amando contra-atacas
este amor é de sangue que não estanca.
Quatro letras nos matam quatro facas.

Armado estou de amor. E desarmado.
Morro assaltando morro se me assaltas.
E em cada assalto sou assassinado.

Quatro letras amor com que me matas.
E as facas ferem mais quando me faltas.
Quatro letras nos matam quatro facas.

Manuel Alegre (1936) As Facas

João


terça-feira, 16 de junho de 2009

Como vulcão que eras, sempre soubeste qual a melhor altura para espalhar terror na minha aldeia. O teu estado adormecido não passava de uma mera fase que dispunhas para reflectir sobre a inovação das tuas técnicas, tinhas sorte, o tempo era imenso. De cada vez que decidias entrar em erupção, expelindo lava e originando enormes nuvens de gases, deixavas a minha aldeia completamente devastada, matavas sempre um habitante, apenas um.
Levava uma eternidade só a levantar este meu cantinho, tentava manter todos confiantes, tentava mantê-los todos comigo. Trabalhava arduamente, e usava todos os meus truques para tentar chamar mais gente, tinha sorte sempre com um, apenas um. Sempre bem-vindo, os primeiros tempos eram passados em paz, reinava a felicidade. O vulcão parecia finalmente estar extinto. Mas enganava-me, quando menos esperava, atacava sem piedade causando destruição por toda a parte. Fartava-me de ver sofrimento e de o sentir, fartava-me de ter lágrimas a escorrer pela cara e de sentir o corpo tão pesado não me deixando sequer dar um passo. Por breves dias desistia, deixava-me derrotar. No entanto eu sabia o que tinha a fazer, e cruzar os braços não era de certeza, com mais forças e com mais determinação assim iniciava um novo ciclo. Durante muito, muito tempo assim foi …
Até que tive uma surpresa, o novo habitante tratava-se nada mais nada menos que um geólogo dedicado à vulcanologia. Falei-lhe do vulcão e pareceu ficar mesmo interessado, decidindo ficar para o estudar. Curiosamente o vulcão pareceu não ter gostado. Surgiram pequenos sismos, conseguiu originar uma ou outra nuvem de gás, mas nada que pudesse causar medo ou preocupação. Passaram dias, e mais nada aconteceu, meses e o vulcão nunca mais tinha dado sinais de actividade, anos…
Parece que desta vez está mesmo extinto, e eu sinto que estou certa!

segunda-feira, 15 de junho de 2009


O refrao da nossa musica a entoar nos ouvidos. O sabor a vanilla mint a desgastar-se. As fotos a deliciarem-me o olhar. Os dedos pregados às teclas do telemóvel. A singlet a encher-me de recordações. A audição, o paladar, a visão, o tacto, o olfacto existem para me preencher de memorias, para me perder em pensamentos, para me levar a passear por sonhos infinitos. Revejo-te em tanto do meu dia-a-dia. Uma simples pedra no caminho é motivo para me mandar para longe, para um lugar imaginário.
Sinto que vivo num mundo à parte desde que te conheci.
O que pensava ser deixei de o ser.
O que pensava sentir deixei de o sentir.
O que pensava achar deixei de o achar.
O que pensava saber deixei de o saber.
Não entendo como é que tudo se evaporou, desapareceu. A verdade é que mudei, mudei as opiniões, mudei as atitudes, mudei a forma de pensar. Não consigo descer à realidade e sinceramente não sei se é essa a minha vontade!

Sao cinco e impedem que partas para bem mais longe do que uma distancia fisica.
Estás realmente preparado para estas questões? Yeeah
A tua última relação foi um erro? Namoro? Nao
Quem foi a última pessoa que te disse “amo-te”? O meu panda
Lamentas-te muitas vezes? Algumas
És tímido ou extrovertido? Oh pah depende da situaçao
És um rapaz ou uma rapariga? Rapariga
Qual é o estado da tua relação? Comprometidissimaaaaaaaa *-*
Como queres morrer? Queimada e seguidamente afogada (puta de pergunta –‘)
Qual foi a ultima coisa que comeste? Algodão Docee 8D
Fazes algum desporto? Aeróbica
Róis as unhas? Noops
Quando foi a tua ultima luta física? Há uma semana :’/
Tens atitude? Nhhé O.o
Gostas de alguém? SIM «3
Qual o teu verdadeiro nome? Raquel
Odeias alguém neste momento? Hmm, acho que naoo !
Sentes a falta de algo? Em demasia :x
Tens animais de estimação? O meu irmão ? *-*
Como te sentes hoje? Com saudades, como ontem e amanha :
Já comeste num carro onde alguém ou tu estava a conduzir? O.o comida? Yaaah 8D
Aceitavas algum dos teus ex de volta? Neste momento não :x nem que viesse coberto de chocolate 8D
Tens medo de aranhas? Só de centopeias :s
Se te dessem a oportunidade de voltar atrás, tu voltavas? Sim, em algumas situações.
Lamentas alguma coisa no teu passado? Yeeah
Quais os teus planos para este fim-de-semana? Proximoo ? É pá ainda não tenho, mas curtia bué estar na pandalandia :
Queres ter filhos? Quantos? 4 ahahahaha
Já alguma vez beijaste alguém cujo nome comece por um M? Que me lembre não 8D
Tens piercings? Furoos nas orelhas *-*
Consegues falar bem? Um bocado gaga –‘ 8D
Sentes falta de alguém do teu passado? Simm :’/
Já fizeste alguma festa do pijama? Supostamente xD
Já alguma vez estiveste em cima de um cavalo? Só daqueles de madeira que baloiçam xD
Já beijaste alguém nojento? Ó pá yaaa : mas na altura cenas, não achava 8D
Já partiste o coração de alguém? :s infelizmente
Já alguma vez foste enganado? Já –‘
Já alguma vez fizeste o teu namorado/a chorar? A culpaa é dele 8D ahah
Queres viver com alguém sem casar? Não acredito muito no casamento !
O que devias estar a fazer? A estudar mensagem –‘
Já gostaste tanto de alguém que até magoasse? :x poois
Tens namorado? Yeeeah :’D
Qual é a tua cor favorita? Verdee e Rosaa
Já alguma vez mudaste de roupa dentro de um veículo? Ahaha já xD
Confias facilmente nas pessoas? Tem dias!
Tens uma boa relação com os teus pais? Também tem dias 8D
Achas que o teu ex pensa em ti? Hmm não sei --.
Qual foi a ultima pessoa que te viu chorar? O panda acho euu --.
Dás segundas hipóteses facilmente? Se merecerem
É mais fácil perdoar ou esquecer? São ambas dificeis
Este é o melhor ano da tua vida? Não sei bem , ainda falta metade !
Qual o nome que te chamavam em criança? Puuff não sei , acho que era Raquel --,
Já alguma vez foste para algum sitio completamente despido? Ahaha já
Acreditas que tudo acontece por um motivo? Acredito que existem muitas coincidencias
Qual é a ultima coisa que tu fazes antes de te deitar? Talvez mandar mensagem!
O que é que te incomoda? Maus cheiros –‘
Já alguma vez tiveste for a do país? yeaaah
Alguma vez jogaste DS? noops
Estas a ouvir musica neste momento? naao
Gostas de comida chinesa? Yeeaah 8D
Tens medo do escuro? Naao --.
Nunca fazes batota? Ahaha quando e preciso ^^
És rancoroso? Gostava de ser menos
Consegues manter sapatos brancos limpos? Naao xD
Acreditas no verdadeiro amor? Sim sim sim
Gostas de sair á noite? Buéééé
Estás entediado? Um bocado --.
Queres-te casar? Já respondi !
É amoroso quando um rapaz te trata por “bebé”? nunca gostei muitoo
Estás com fome? nnopps
O que te faz feliz? Panda.Lili.Chana *-*
Mudavas o teu nome? Não seii :x
Gostavas de ir aos Pirenéus? Sair de famalicão? Boooraa
Vês as notícias? As vezes
Qual é o teu signo? Não sei bem --. Aquário ou peixes !
Gostas de andar de metro? Se tiver que ser !
Foi difícil beijar a ultima pessoa que beijaste? FOI :
O teu melhor amigo do sexo oposto gosta de ti, o que fazes? Deixa de gostar .
Gostas de falar com os teus amigos? --. GRANDE PERGUNTA
Já alguma vez fingiste não ver alguém que conhecias? Ahahahahaha tantas tantas vezes xD
És teimoso? Nem um bocadinho ahahaha buée
Qual foi a ultima pessoa do sexo posto que falou contigo? João Ascenso
Faz diferença que a pessoa com quem namoras fume? Noops, mas quero saber a resposta do urso :)
Qual foi a ultima pessoa com quem tiveste uma conversa depressiva? Com a lili talvez :
Qual é a tua musica favorita? Toonight







Os Santos e Pecadores deixaram-me neste estado deprimente!
"Naao voltarei a seeeer fiel" era a unica frase que conhecia.

domingo, 14 de junho de 2009


Queima.
Esfola. Esfaqueia. Estrangula. Decapita. Pontapeia. Espanca. Persegue.

Não mata, mas fazem-me morrer!
Quero mesmo acabar de vez com as saudades psicopatas!

sábado, 13 de junho de 2009


Até uma simples pastilha elástica traz a recordação de um saboroso beijo teu!
I hate the way you talk to me
(Odeio fraquejar quando leio cada mensagem, cada texto teu, quando oiço a tua voz. Odeio não conseguir pensar em mais nada nesses momentos),
and the way you cut your hair
(Odeio adorar o teu cabelo e odeio sentir falta do modo como os meus dedos se perdem nele).
I hate the way you drive
(Odeio nao sentir os saltos, as travagens, as curvas quando ando em qualquer outro carro)
my car.
I hate it when you stare
(Odeio o modo como me deixas intimidada com esse olhar, como te sinto a invadir-me).
I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind
(Odeio as nossas coincidencias).
I hate you so much it makes me sick
(Odeio a depressao e tudo o que vem com ela);
it even makes me rhyme.
I hate it
(Adoro),
I hate the way you're always right
(Odeio saber que a nossa relaçao durará o tempo que desejarmos).
I hate it when you lie
(Nao odeio, mas posso vir a odiar).
I hate it when you make me laugh
(Odeio as tuas saidas parvas que me deixam com falta de ar),
even worse when you make me cry
(Odeio saber que nao passo sem ti, odeio o significado de chorir).
I hate it when you're not around
(Odeio as saudades, odeio os 347 km’s),
and the fact that you didn't call
(Odeio desesperar por falta de noticias tuas).
But mostly I hate the way I don't hate you.
Not even close, not even a little bit, not even at all
(Odeio amar-te como nunca amei ninguem).

“10 Things I Hate About You”

Está tudo (ou quase tudo) contra nós (apenas temos que agradecer à Lili, à Chana, ao Marcelo e à Sade). Realmente é incrível. Quando a atitude normal da parte dos amigos, seria talvez dar força e apoiar de modo a permitir tornar a situação mais fácil de encarar, não. Continuam a chamar-nos tolos, parvos, nabos, burros, atrasados, estúpidos.. É verdade, estou estupidamente apaixonado pela tola, parva, burra da Raquel. Sinceramente, não me atingem. Acho que só fala assim quem nunca viveu uma situação parecida. Não é fácil, é verdade, mas de impossível também não tem nada. A distância torna tudo mais complicado, mas sinto que tem vindo a fortalecer aquilo que sinto por ti, cada dia mais. Não há um único segundo que não estejas comigo, apesar de ser só em pensamento. Não há a mínima hipótese de me fartar de ti.. Isto apesar de passar dias a fio a ouvir a nossa música e a relembrar os nossos momentos. Sim, por ti continuo também a pensar em abdicar daquilo que nos últimos anos tanto significou para mim. Sabes que o meu objectivo passa por poder estar contigo em qualquer momento. Faço qualquer coisa por isso. Pelo que me fizeste mudar, pelo que me fizeste compreender. Eu amo-te Raquel Pereira Granja «3

Chamem-me estúpida, por favor chamem-me para eu não repetir a brincadeira!
Jackass, conhecem? Foi parecido.
Carrinhos de compras, sabem o que são? E descidas?
Pois bem, a grande aventura desta noite foi fazer uma descida dentro de um carrinho de compras, ainda por cima com a granda pequenina Chana pendurada.
No início tudo bem, íamos bem direitinhas. A meio bem, nem tanto. A velocidade aumentava e eu só pensava que não íamos conseguir parar, a Chana ficou de costas para a descida e não conseguíamos ver nada. Por fim acabamos no chão, carrinho por cima da sapa da Chana (pé torcido) e eu grande malho de costas (braço arranhado, sangueeee, costas inchadas)
Foi mau, mas deu para rir bastante.
Tão cedo não vou as compras com a minha mãe!
Ps: Amanha não vou poder com as dores -.-‘
Ps2: Não experimentem!

sexta-feira, 12 de junho de 2009


Provar que todos estão errados é o que eu mais quero!

Wherever you go
Whatever you do
I'll be right here waiting for you
Whatever it takes
Or how my heart breaks
I'll be right here waiting for you


http://www.youtube.com/watch?v=C7FXom_uWy4

quinta-feira, 11 de junho de 2009



Para começar, não posso começar, tenho mesmo que recuar aos tempos duros e recordar a minha turma fantástica de secundário. Realmente fantástica, sempre todos prontos a alinhar em tudo, “Vamos, assim não tenho que estudar”; “Ainda bem que me convidaste, estava mesmo a precisas de afastar a cabeça dos livros”; “Ei a sério? Café hoje a noite? Faço os trabalhos de casa no intervalo”, não por acaso não, agarrados aos livros como meu tio mais avarento é ao dinheiro. Sinceramente nunca vi tal coisa. Foi então que eu pensei “Mas que caralho, não vou gastar 250€ numa viagem de finalistas, para ir com alguns nerd’s que nem sequer sabem o que é uma cuba”. Sim, eu desisti da ideia. Chamem-me estúpida, otária o que quiserem mas por amor de deus, eu não ia passar vergonhas. Aconteceu o mesmo com o baile. Sapatos que a avo usa para lavrar o campo? Xailes? Madeixas azuis no cabelo? Meias de rede? Já para não falar da lingerie, ainda bem que essa estava tapadinha. Do nada, os pensamentos voltaram, “Que raio é que estou aqui a fazer? Vergonhoso, embaraçoso (…)”. Agora ponham-se a dizer que tenho a mania que sou superior aos outros e que não respeito ninguém, por favor, se tivessem no meu lugar desesperavam. O ano lectivo acabou, o pesadelo terminou, andava ansiosa por conhecer novas pessoas, mas sinceramente devia andar um bocado deslocada, queria fazer novos amigos numa academia militar, que nem sequer tem nada a ver comigo, definitivamente o meu décimo segundo ano acabou comigo. Abdiquei de tudo. Fiquei mais um ano, tinha tempo para por as ideias em ordem, aproveitaria para melhorar notas e quem sabe realizar alguns objectivos que tinham ficado pendentes no ano anterior. É isso mesmo, estou-me a referir à viagem de finalistas. O meu segundo decimo segundo era nosso, sim meu e teu, nosso, a minha melhor amiga comigo em Lloret, não podia querer mais nada, festas todos os dias, noites, praia, rapazes, andávamos tolas só de pensar nisso. Lloret foi sempre a nossa vontade até ao ultimo instante em que decidimos optar por Benidorm, os amigos mais conhecidos, a associação de estudantes, (…). Estávamos com o pé mesmo atrás, mas lá fomos. Não vou desatar a contar a nossa viagem porque isso não interessa para o caso, o que interessa mesmo é quem conhecemos, ou melhor quem eu conheci. Osvaldo? Romana Meireles? O teu perfume enlouqueceu-me naquele elevador bastante espaçoso, as tuas ervilhas despertaram-me o maior dos interesses, a tua voz grossa e imensamente sexy captaram a minha atenção. Burra, estúpida, atrasada. Foi com estes pensamentos que entrei no autocarro com destino a Famalicão. Nem um contacto, um mail, um numero de telemóvel, uma matricula, nada, nada, nada, de nenhum dos lisboetas. Que desanimo, não havia nada a fazer. Chegamos a Famalicão. Dormir, dormir, dormir. Continuar com a rotina. Apareceu um antigo rapaz. Fomos estando, nada de entusiasmo, confesso que devia ser mais para combater a solidão que outra coisa. Não estava satisfeita, de modo algum. Mas tudo muda no momento em que a minha melhor amiga resolver colocar os nossos vídeos da viagem no youtube. Encontrei outros vídeos, vários vídeos, de outras escolas, de outras agencias de viagem, até que encontrei um com a moca do Afonso, tenho que dizer que a moca era mesmo grande, e que adorava a musica que ele estava a ouvir, andava a prestar atenção a tudo menos às cobertas da cama e ao sofazinho de quarto, exactamente iguaizinhos ao do meu no grande hotel marina. O calor começou a subir, a exaltação também. Apressei-me a fazer a intensa pesquisa no google e descobri o mail do Rocha, um dos lisboetas. Hi5, Hi5, Hi5. Quem me visse devia mesmo achar que uma barata tonta me tinha possuído. Encontrei, eu não sei como, ainda estava atordoada. Comentário. Respondeste. Comentário. Respondeste. Comentário. Respondeste. Assim sucessivamente até que recebo uma mensagem “tens musculatura mase no penteado”. Hospital psiquiátrico? Não, não foi de lá que a mensagem veio, foi mesmo do JP Ascenso. Numero de telefone. Histérica, completamente. Mensagem. Mensagem. Mensagem. Durante 1 mês e seis dias sem pausas. Record. Eu nunca aguento mais que duas semanas neste ritmo. Tornaste-te no meu panda. E por ti fui até Lisboa. Não é uma grande coisa, mas eu nunca tinha feito uma viagem tão longa por alguém. Durante a viagem só pensava em como seria o primeiro encontro. O nervosismo aumentava, mas não era só isso, a ansiedade conseguia tomar conta de mim, o facto de a minha tia te conhecer exactamente no mesmo dia que eu desorientava-me, comia palavras, tropeçava nas letras. Passou tudo no momento em que te vi a sair do teu Punto Azul, não notaste e eu nunca te disse mas a minha babete imaginaria tratou de apanhar a minha baba toda. Aquele final de tarde, e os nossos dentes bem sexy’s. Nada aconteceu, também era normal, num primeiro encontro nunca se trocam beijos, é sinal de fraqueza. O segundo dia chegou, não me apetece contar todos os momentos que passamos na praia, apetece-me tocar mesmo no nosso primeiro beijo, que só aconteceu porque eu não aguentava mais e porque a tua dança à Angélico me matou. Em biquinhos de pés lá atingi os teus lábios, no meio daquela multidão eu nada ouvia, o salão parecia só nosso. Foram os melhores dias. Até à despedida a emoção nunca diminui, muito pelo contrário. Recordo-me como se fosse hoje das lágrimas a escorrerem-me até ao queixo, do nó que se originou cá dentro no momento em que entrei no expresso. Uma semana foi o máximo que aguentamos sem nos vermos. Vieste cá, pela primeira vez apresentei um rapaz aos meus pais. Tornaste-te único, levaste-me a ter atitudes que eu não pensava ter tão cedo, a falar com medo e certezas. Aquela tarde, o colchão vermelho húmido pelas lágrimas, as conversas, as gargalhadas, foi sem dúvida único. Como tem sido tudo.
Meu panda ontem disseste-me que era o destino, hoje eu acredito em ti e dou graças por ter tido uma turma cheia de nerd’s, por não ter entrado na academia militar, por ter a minha melhor amiga no decimo segundo ano, por não ter ido para Lloret.

Um caminho cheio de obstáculos mas com uma linha bem traçada, um caminho que me levou até ti, um caminho que me faz sentir como eu nunca me senti.