Facilidades.
Hoje falaram-me disso e eu confesso que fiquei bastante atordoada com a conversa. Não me falaram sobre a facilidade que os filhos de pais ricos têm em arranjar roupas de marca ou telemóveis ultimo modelo, nem das facilidades que um atleta profissional tem para entrar numa faculdade. Falaram dum campo especifico, da facilidade de uma relação, mais propriamente da facilidade que uma rapariga totalmente e loucamente apaixonada pode dar a um rapaz. Disseram-me que eles não gostavam e que raparigas assim eram completamente descartáveis. Não é que já não soubesse isso. Estou farta de saber e tal como eles não gosto de facilidades no que toca ao amor. Gosto de desafios e de conquistas que demoram algum tempo a serem realizadas, tal como aconteceu contigo. Mas o facto é que realmente fiquei a pensar neste assunto. Pensativa em relação a algumas atitudes e consequências.
Não cheguei a nenhuma conclusão.
O medo de te perder não me deixa raciocinar, não com a clareza que é preciso. Não quero mudar e não quero que te canses. Não sei se estou a ser fácil, o que é certo é que estou diferente e por isso talvez não tenha sido à toa que me arrastaram para a tal conversa.
Estou a ser embalada por este sentimento como nunca fui, e sinto que tenho de pôr um travão, não vá ter a maior desilusão e decepção da minha vida.
Sinceramente não me apetece sofrer o dobro ou o triplo do que já sofri. E se continuar neste caminho, temo que seja isso que vá acontecer. Não quero, não quero.
E também não quero mudar, embora ache que seja necessário. Continuo a não querer, a não querer. Não quero transmitir-te uma ideia errada, por isso vou tentar ser moderada e arranjar um meio termo. Também não me apetece. E agora é a altura em que vocês pensam: mas esta gaja é mesmo complicada.
E eu respondo, e que rapariga é que não é confusa?
Eu própria acho que já estou a ficar doente só de pensar neste texto e no seu conteúdo. São coisas a mais a passarem-me pela cabeça, demasiadas ideias para tão curto espaço físico. Eu vou-me controlar juro e vou tentar não voltar a pensar neste assunto.
Vou acreditar no que os outros me dizem (sim, porque depois da tal conversa eu tinha que ouvir as outras opiniões, se não estrava logo em depressão)! Vou acreditar que eu não sou fácil e que apenas lutei com tudo para ser feliz. Que facilidade não tem esse significado e que eu mereço o que me está a acontecer. Que ninguém se vai cansar porque estamos completamente moldados para ficar juntos. Eu vou mesmo acreditar nisso. Preciso de acreditar.
Hoje falaram-me disso e eu confesso que fiquei bastante atordoada com a conversa. Não me falaram sobre a facilidade que os filhos de pais ricos têm em arranjar roupas de marca ou telemóveis ultimo modelo, nem das facilidades que um atleta profissional tem para entrar numa faculdade. Falaram dum campo especifico, da facilidade de uma relação, mais propriamente da facilidade que uma rapariga totalmente e loucamente apaixonada pode dar a um rapaz. Disseram-me que eles não gostavam e que raparigas assim eram completamente descartáveis. Não é que já não soubesse isso. Estou farta de saber e tal como eles não gosto de facilidades no que toca ao amor. Gosto de desafios e de conquistas que demoram algum tempo a serem realizadas, tal como aconteceu contigo. Mas o facto é que realmente fiquei a pensar neste assunto. Pensativa em relação a algumas atitudes e consequências.
Não cheguei a nenhuma conclusão.
O medo de te perder não me deixa raciocinar, não com a clareza que é preciso. Não quero mudar e não quero que te canses. Não sei se estou a ser fácil, o que é certo é que estou diferente e por isso talvez não tenha sido à toa que me arrastaram para a tal conversa.
Estou a ser embalada por este sentimento como nunca fui, e sinto que tenho de pôr um travão, não vá ter a maior desilusão e decepção da minha vida.
Sinceramente não me apetece sofrer o dobro ou o triplo do que já sofri. E se continuar neste caminho, temo que seja isso que vá acontecer. Não quero, não quero.
E também não quero mudar, embora ache que seja necessário. Continuo a não querer, a não querer. Não quero transmitir-te uma ideia errada, por isso vou tentar ser moderada e arranjar um meio termo. Também não me apetece. E agora é a altura em que vocês pensam: mas esta gaja é mesmo complicada.
E eu respondo, e que rapariga é que não é confusa?
Eu própria acho que já estou a ficar doente só de pensar neste texto e no seu conteúdo. São coisas a mais a passarem-me pela cabeça, demasiadas ideias para tão curto espaço físico. Eu vou-me controlar juro e vou tentar não voltar a pensar neste assunto.
Vou acreditar no que os outros me dizem (sim, porque depois da tal conversa eu tinha que ouvir as outras opiniões, se não estrava logo em depressão)! Vou acreditar que eu não sou fácil e que apenas lutei com tudo para ser feliz. Que facilidade não tem esse significado e que eu mereço o que me está a acontecer. Que ninguém se vai cansar porque estamos completamente moldados para ficar juntos. Eu vou mesmo acreditar nisso. Preciso de acreditar.
11 comentários:
Pois é:S
Lindo(:
Ai que confusão que vai pela tua cabeça, rapariga. Às vezes pensar demais faz mal.
nao mudes, acredita que depois arrependes-te :x
gosto do espaço*
sigo o teu blog, amei mesmo*
mudar por alguém nunca é o melhor remédio, nunca. se é para mudar, fá-lo por ti. se não for assim, mais tarde irás arrepender-te. como já aconteceu com tantas de nós, raparigas.
gosto de pensar que estamos todos aqui para vencer e ultrapassar o maior desafio que nos é proposto, a vida. por isso, mudar? só por mim, não por um ou outro rapaz que haja que não somos boas o suficiente para nos aguentarmos a seu lado, por mais que o amemos. sim, a isto chamo vida, que palavra irónica (:
gostei do texto.
beijinhos*
Ás vezes é melhor nao complicar muito, e ir pelo caminho mais simples, (:
Adorei o texto e o teu blog (vou segui-lo) :)
Beijinho
Foi estúpido? OPA! Eu adorei xD
Mas que tal...Era uma vez uma rapariga chamada genoveva, bué alta e com grandes manchas pelo corpo, tinha dois corninhos que todos achavam bué querido, um dia descobriu uma grande panda bué fofa e peludinha, as duas foram de maos dadas pela rua fora e encontraram um galileu completamente esfaqueado e morto numa esquina. (agora mudei eu xD) A genoveva e a panda choraram choraram de tanto rir agarradas uma à outra. Afinal a panda nunca gostou do galileu manhoso. No final, foram a uma gelataria onde foram servidas por um elefante celulitico. E foram as duas felizes para sempre. Fizeram safaris e comeram bambu. :D
Ena pah, tu és parecida comigo, na nossa cabeça formam-se inumeras ideias bastantes confusas. Mas tenho-te a dizer que adoro, adoro a tua maneira de contar as coisas, adoro a tua maneira (confusa) de pensar, é simplesmente altamente.
E sim, a mudança do quarta valeu a pena, está mesmo fixe :)
é bom que não mudes :S
vais continuar com força, vais ver! :D
beijinhos
Ás vezes mais vale ser "facil" do que não ser nada ;)
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