Quando se referiram ao teu amor como algo imaturo, eu nem sequer quis dar crédito. Preferi desviar o assunto, preferia não pensar, preferi ignorar, preferi por as palas (como as dos cavalos) nos olhos. Para mim, amavas-me como eu ate amava a ti! Com respeito, com amizade, com carinho e com confiança. Hoje, arrependo-me de não ter pensado no assunto, de ter ignorado, de o ter desviado, porque hoje eu poderia ter acordado de melhor forma. A partir do momento em que pensasse na tua forma imatura de amar, eu começava a encaixar as peças do puzzle e aí já esperava qualquer atitude tua. Arrependi-me mesmo. Porque hoje me apanhaste desprevenida, porque hoje me conseguiste roubar o sono. Conclui que não possuis qualquer tipo de respeito por mim como eu possuo por ti, que não tens qualquer tipo de preocupação comigo como eu tenho por ti.
Ao menos, agradeço-te por ter calhado na altura que calhou! Agora será muito mais fácil para mim calcar toda a história e mudar de capítulo, viver como se este não fizesse parte do livro.
Passando isto…
Estou com medo da página em branco.
Quero traçar um caminho seguro!
Quero esquecer que os bailes de finalistas existem, que os pandas ainda não estão em vias de extinção (coitados dos animaizinhos)!
Viver é a palavra-chave e eu vou aproveita-la ao máximo.
(Se depois disto ainda não percebeste a minha atitude, então desculpa mas és mesmo limitado)