sábado, 8 de agosto de 2009

















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QUERO VOAR



Meu amor,
Não estás tão próxima como qualquer outra amiga mas também não te conheci nas mesmas circunstâncias. Não temos necessidade de partilhar segredos nem de desabafar todos os dias mas os teus comentários diários enchem-me o sorriso. Não és igual aos outros mas não é por isso que deixas de ter a importância que tens.


Hoje, quero que aproveites este dia ao máximo. Leva um bocadinho de mim contigo para me divertir também.


«3 Parabéns Diana



Sinto que tenho muito para dizer. Esta salada está a dar comigo em doida. São os medos, as inseguranças, as saudades, (…). Tento sempre ser forte, ou pelo menos tento sempre mostrar, mas como ser humano que sou tenho demasiadas fraquezas. Conversas que outrora seriam completamente banais, hoje entranharam-se e bem fundo, notícias que noutro dia eu nem daria importância acabaram por exercer um poder bem forte em mim.

Não estou a passar pela melhor fase! Tornei-me vulnerável, bastante até, como eu receava ficar e o pior é que não sei o motivo desta súbita mudança. Talvez a estabilidade a que não estava minimamente habituada ou então o excesso de confiança que não existiu e que se apoderou de mim sem eu dar por isso. Não sei e não quero tentar encontrar mais razoes para justificar este estado, quero é voltar ao meu normal.

Quero sentir saudades de um modo saudável e viver os medos e inseguranças de forma racional.


sexta-feira, 7 de agosto de 2009


Eu sou a cor-de-rosa! (Disse primeiro)


Dia de Arrumações

Os papeis parecem que nascem e o pó também.

O bom disto é que encontramos coisas que se tinham escapado completamente da memória.



"Logo hoje que não tenho sono. Que não tenho nada para ler. Que não tenho nada que me distraia. Logo hoje que íamos ser só nos. Que nos podíamos entregar totalmente ao mel. Que podíamos compensar um bocado a distancia com as nossas longas mensagens. Logo hoje, eu tinha que ficar sem mensagens. Hoje que estou tão carente, que estou com o coração mais aberto que o normal. Hoje que me apetecia mostrar o quanto te amo, embora só o pudesse fazer por mensagem. Não me queria ficar por um simples amo-te. Queria que soubesses o que realmente estou a sentir, queria que mergulhasses no meu corpo e que observasses a reacção do meu coração ao teu nome. Queria que ouvisses a minha respiração enquanto estivesse a sonhar contigo. Quero exprimir-me de mil e uma formas para que possas estar consciente de pelo menos um quarto do quanto és importante para mim. Mas acho que só estou a dar tiros ao lado. Nada disso é possível com uma mensagem. Abraçar-te como se não houvesse amanha. Beijar-te como se fosse a ultima vez. Quero-te comigo, inexplicavelmente tenho uma lágrima a cair, eu bem disse que hoje estava extremamente sensível, se calhar o período está a chegar, sei que me sinto um bocado ridícula, não tenho motivos para estar assim, mas as saudades são horríveis!


São duas e quarenta e dois e não há qualquer sinal de sono."

Tenho a chave do meu coração na palma da mão esquerda. Ainda não sei bem o que fazer com ela. Se decidir abri-lo tornar-me-ei numa pessoa vulnerável, indefesa. Se decidir engoli-la tenho a certeza que solidificarei, mais um bloco de gelo incapaz de se deixar afectar pelo aquecimento global. Quem me dera que houvesse um meio-termo, que o pudesse deixar só meio aberto. Quero entregar-me com toda a inocência e ingenuidade de uma rapariga de dez anos, quero ter o meu mundo cor-de-rosa indestrutível! Quero maravilhar-me com cada sussurro e sorriso mas não quero desilusões. Quero viver intensamente, criar ligações inquebráveis sem me magoar se por acaso as tentarem cortar.

Quero abri-lo com um escudo na mão direita.


Entreguei-me à música. Sem telemóvel (ou melhor sem mensagens e sem poder fazer chamadas), sem televisão (quer dizer, sem nada interessante para ver) e sem filmes (pelo menos de jeito) prevejo uma longa noite. Não tenho sono, dormi de tarde! Resta-me a musica, peguei na minha bolinha cor-de-laranja, rfm, acabaram de prometer que seriam só boas músicas até às seis.

As saudades? Vale a pena falar delas?
Consomem-me a alma, alimentam-se de sorrisos.
Deixam-me nostálgica, melancólica, carente.
Trazem-me recordações que não quero.
Levam-me o orgulho todo.
Se calhar mais tarde ate lhes vou ficar bastante grata.
Mas por agora só me consigo achar uma tonta por querer recuperar pessoas perdidas.


Eu que tinha tudo bem guardado, escondido no sótão.
Poeirento e desarrumado.
As saudades decidiram vestir a pele de mulher-a-dias.
As janelas foram abertas.
Está tudo bem claro.

Eu sinto realmente falta.

Hoje vou para além da normalidade.

Foram sucessivos ataques de saudades e desta vez não foram só tuas.

Não sei ao certo quantos passaram pelo meu pensamento!

São tantas as pessoas que já não fazem parte do meu mundo e que eu gostava que fizessem.

O orgulho é capaz das piores coisas e eu já não sou capaz de culpar ninguém senão a mim.

Sinto a falta de ti e de ti e também de ti.

Gostava tanto de poder partilhar todos os momentos contigo, todos os segredos e sentimentos.

Queria continuar a escrever no meu Diário.


Acho que as palavras saíram aos trambolhões!


quinta-feira, 6 de agosto de 2009


Há pessoas que por muito que queiramos afasta-las não conseguimos.

Pertencem ao nosso coração.


Eu admito que até fiquei contente com a mini conversa de ontem

"Faz-me mesmo bué mal não estar contigo e passar os dias a pensar em ti.
Às vezes parece que já não somos a mesma coisa e dou logo em doida!
Tento não tocar nesse assunto para não dar razão a essa hipótese.
Não te quero mesmo perder panda.
E já não sei como seria sem ti :/.
Amo-te parvo *.*"

Está encurralado!

Quatro paredes e uma porta fechada a sete chaves, nem sequer direito a uma janela tem.

Quer respirar, gritar ao mundo a razão da sua existência.

Mas nem isso é capaz de fazer.

Não há força suficiente.

Em tempos conseguiria ter coragem de abrir paredes arrancar fechaduras. Hoje, sem alimento, apenas se limita a esperar.


Quero uma bebedeira com classe, se for possivel!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Enquanto há bateria tira-se fotos.
Fui para a praia, já nao era sem tempo!










terça-feira, 4 de agosto de 2009


Tenho uma queixa a fazer!

Da última vez que fui à Fnac não havia iPanda's e eu acho isso bastante discriminatório.

Mesmo no meio da minha roupa, na confusão do meu quarto permaneceu igual! Abracei-a como se não a visse há anos e o cheiro em nada tinha alterado. Parecia que estava embrulhada nos teus braços a respirar o perfume que me deixa na lua.
Não consegui perceber como é que não se deixou disfarçar com as minhas coisas, mas também não quero perder tempo a pensar nisso! Prefiro achar que é exactamente como tu, que não se deixa perder no meio da confusão e da ausência. Prefiro achar que por muitas pessoas que passem por mim tu vais permanecer ao longo do tempo.
És tal e qual a tua t-shirt.

"Se tudo o mais perecesse e se ele ficasse, eu continuaria, mesmo assim, a existir; e se, tudo o mais ficasse e ele fosse aniquilado, o universo tornar-se-ia para mim numa vastidão desconhecida” – Acenei, novamente para mim própria – Sei exactamente o que ela que dizer com isto. E sei quem não posso excluir da minha vida.
Edward tirou-me o livro das mãos e atirou-o para o outro lado do quarto – aterrou com um ligeiro baque em cima da minha secretaria. Depois, abraçou-me pela cintura.
Um pequeno sorriso iluminou o seu rosto perfeito, apesar da preocupação ainda lhe pairar na testa franzida.
- Heathcliff também tem os seus momentos – disse.
Não precisou do livro para se lembrar das palavras exactas. Puxou-me para mais perto de si e disse-me ao ouvido:
- “Como posso eu viver sem a minha vida?! Como posso eu viver sem a minha alma?!”
Que saudades que eu tinha de partilhar todas as emoções, que saudades que eu tinha de deitar tudo cá para fora nas nossas conversas, que saudades que eu tinha dos nossos segredos, que saudades que eu tinha da tua companhia.

Só para que fique registado eu nunca me vou habituar à tua ausência.
Foi o axe!
Foi a tshirt!
Foi o gajo!
Foi o carro!

Já nada me fazia lembrar de ti.
E exactamente um ano após termos terminado parecia que não querias sair da minha cabeça.
Ignorei, foi o melhor que fiz.
Não mexeu. Não afectou.
Mais que enterrado.

Se antes pensava que um mês seria razoavelmente fácil de passar sem ti a semana que passou provou-me exactamente o contrario! Apesar de falar contigo todos os dias, o medo apoderou-se de mim, estar constantemente sem bateria e não saber o que se podia estar a passar na minha ‘ausência’ deitou-me completamente abaixo. Passei os dias com mais saudades que o normal, passei os dias numa tremenda ansiedade. Queria passá-los tão depressa, que às vezes dava por mim com uma enorme vontade de acabar com os concertos para poder ir dormir, acordar e depois ir almoçar à vila só para poder carregar o telemóvel e poder falar contigo durante um bocadinho (isto porque o meu telemóvel tem a bateria completamente viciada).
Esta semana foi incrível, acampar com amigos é sempre espectacular, mas sem ti perdeu grande parte da piada, gostava tanto de ter partilhado todos aqueles momentos contigo, gostava tanto de te ter por perto para me dares daqueles abraços que me enchem de calor desde a ponta dos cabelos até às unhas dos pés, gostava tanto de ter dividido um saco de cama contigo, gostava tanto de ter tomado banho de agua gelada contigo e lavar-te as costas (muahaha), gostava tanto …!
Devias ter estado comigo e devias ter-me ‘recebido’ de braços abertos, fiquei realmente abatida quando cheguei e reparei que estavas diferente. Depois da horrível semana que foi para a nossa relação eu só queria recuperar tempo e conversas perdidas. Mas pronto está tudo resolvido e é o que interessa.

Para a semana já levas comigo «3

domingo, 2 de agosto de 2009

Paredes de Coura
(uma amostra, visto que só usei a maquina fotografica nos dois primeiros dias)

domingo, 26 de julho de 2009


São inúmeras as situações que me fazem recuar no tempo!
E para ser sincera, não me deixam bem comigo própria, nem um bocado.
Sinto que tenho que fazer mais, e mais todos os dias!
Tenho que agradar a este e aquele.
Não gosto disso.
Vai ser o Eclipse mais babado de sempre...

sábado, 25 de julho de 2009


A Raquelinha vai para PDC!
E já está a fazer a mochilinha.

Como eu gostava que o meu coração fosse tal e qual um dispositivo electrónico! Gostava de o comandar, decidir quando queria ficar nostálgica ou quando queria andar a pular de um lado para o outro de alegria. Gostava de ter um carregador ligado à tomada pronto a recarregar energias sempre que ele precisasse.

Fico-me por aqui …
Comentário do Sérgio:
Depois tinhas de andar a actualiza-lo, mudar as baterias quando ficavam viciadas, funções que encravavam...Deixa-te estar com o teu coração normal...Dá o mesmo trabalho que um eletrônico, mas é mais fácil arranjar peças !
Se calhar nao é assim tão bom como eu descrevi !

sexta-feira, 24 de julho de 2009


Fixou-se no vazio durante uns instantes e voei! Viajei por memórias profundas e pensamentos distantes. Descobri que não se vive numa sociedade justa nem num seio familiar completamente sincero. Saímos da normalidade e somos logo alvo de olhares e comentários, indirectos! Nada que descubra por mim, mas pelos outros. Necessito de mudança, quero sair deste mundo pequeno para me inserir num maior. Quero pessoas que se estejam a cagar para tudo e todos, quero pessoas que não se preocupem com o que os outros pensam, quero pessoas autênticas, não quero imitações. Quero alargar horizontes, quero aprender.

Tenho medo de me tornar numa coisa estranha como as que vejo no meu dia-a-dia!

Adoro passar horas a pensar em nós. No dia em que nos vimos pela primeira vez, na primeira impressão, naquela viagem, no nosso reencontro. Adoro perder-me em pensamentos. Encontrar pormenores nas mais pequenas coisas. Adoro deliciar-me com todas as memórias. Voltar atrás no tempo e reviver tudo mais uma vez, como foi bom! Adoro os nossos momentos. A distância mesmo assim proporciona-nos tanta coisa, as saudades. Adoro, adoro isso. Adoro a nossa relação! Saber que sofremos da mesma maneira por não podermos estar sempre juntos, saber que sentimos o mesmo a cada encontro, saber que matamos as saudades da mesma forma e com a mesma intensidade, saber que te tenho e que não encontro ninguém como tu, que me mantenha nas nuvens como tu.(Sim, porque uma coisa é levar-nos para lá, isso eu acho bastante fácil, outra é manter-nos lá como se fosse a nossa nova casa)! E tu fazes isso tão bem, até a quilómetros de distância.

Cantas o refrão da nossa música enquanto me embalas!
Falas dos nossos planos enquanto os meus olhos não querem fechar.
Deixas-me sentir o teu calor enquanto não começo a sonhar.









Estou na cama (1.59),
ainda recebo mensagens tuas
mas só penso como seria passar esta noite contigo.

A minha pestinha !

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Quero um abraço.
Quero um sorriso.
Quero um olhar.
Quero um beijo.
Quero um toque.
Quero uma mordidela.
Quero uma gargalhada.
Quero um som.
Quero um cheiro.

Quero-te sentir comigo!