- Tens a certeza que nao queres mesmo fazer isto?
- Eu deixava a porta aberta.
São inúmeras as folhas do caderno que estão gastas apenas com uma frase riscada. Tenho necessidade de me exprimir, de falar por palavras, de deitar tudo para fora! As tentativas têm sido sempre falhadas. Tudo o que sai parece absurdo. Nada do que escrevo parece estar de acordo com o que sinto. Ou são os dedos que não estão bem sintonizados ou então é a esferográfica que não é uma boa escrava.
A verdade é que nada sai como eu quero e estou a ficar deveras frustrada.