EU AMO-TE !
sábado, 11 de julho de 2009

Contigo provavelmente já na sétima sesta encontrei-me sem nada para fazer. O sono não chega, apesar de há uma hora atrás estar às portas da morte. Deixaste-me acompanhada pelas minhas insónias e entregaste-te à tua almofada sem sequer pensares duas vezes, espero, ao menos, que estejas a sonhar comigo.
O youtube está a ser bastante útil, pulando de nostalgia para barulho assim vou passando a minha noite. Inesperadamente deu-me uma vontade de ler, vagueio entre mensagens, textos e letras de música. (As fotos, as fotos! Dessas não me posso esquecer, acho que desde que liguei o computador ainda não fechei a pasta das fotos. É das coisas que mais gosto de ver. Passar por elas vezes sem conta a recordar.) Curiosamente associo tudo a nós, qualquer frase poética ou passagem romântica, parece que todas as palavras se juntam com o objectivo de não te afastar do meu pensamento. Não é que seja uma tarefa difícil, não queria de modo nenhum passar essa imagem, mas é bastante agradável.
Como é bom estarmos apaixonados (acabei mesmo de suspirar). Como é bom mostrar que estamos bem aos que nos rodeiam, como é bom contagiar quem passa por nós. Como é bom fazerem observações do género “nunca pensei ver-te assim”, “como tu estás gaja”, “não pareces a mesma, já nem te reconheço”, “que é feito da pessoa fria e insensível que eu conhecia?”. As atitudes mudaram e eu só consigo sentir orgulho nisso. Enquanto que antes quase nada me atingia, um gesto carinhoso, um olhar mais terno, uma palavra querida, agora tudo me ataca como se nem um pequeno escudo tivesse para me defender. É bom e mau. Vulnerável a desilusões mas também vulnerável à entrega. Sinto que estou na minha melhor fase, em paz comigo mesma, os problemas passam-me ao lado, quer dizer, não deixo de me preocupar com o que é importante, apenas não me deixo abater tão facialmente. O meu estado depressivo somente se faz notar na tua ausência. A falta que me fazes transborda pelo olhar e pelo sorriso, apercebem-se! E apercebem-se, também, que a felicidade compensa tudo porque essa, até pelos poros escapa.
Acontecem coisas boas a qualquer um, eu não me posso queixar, tenho amigos que sei que não me desiludem, pais que me apoiam, (…) não há muita gente que se possa dar ao luxo de ter estes privilégios em simultâneo! Mas para alem disso, encontrei o que me faltava, alguém que me pode dar o que mais ninguém é capaz. Foi no momento certo, aconteceu quando devia ter acontecido. Evoluiu na perfeição. Não tenho mesmo motivos para andar em baixo, até com a porcaria da distância, (tinha que haver um defeito), essa resolver-se-á.
Agora só quero mesmo aconchegar-me na minha cama e esperar que adormeça. Quero sonhar contigo e acordar com o sol a entrar-me pela janela.
Hoje estou feliz. Hoje estou confiante. Hoje continuo a amar-te.
O youtube está a ser bastante útil, pulando de nostalgia para barulho assim vou passando a minha noite. Inesperadamente deu-me uma vontade de ler, vagueio entre mensagens, textos e letras de música. (As fotos, as fotos! Dessas não me posso esquecer, acho que desde que liguei o computador ainda não fechei a pasta das fotos. É das coisas que mais gosto de ver. Passar por elas vezes sem conta a recordar.) Curiosamente associo tudo a nós, qualquer frase poética ou passagem romântica, parece que todas as palavras se juntam com o objectivo de não te afastar do meu pensamento. Não é que seja uma tarefa difícil, não queria de modo nenhum passar essa imagem, mas é bastante agradável.
Como é bom estarmos apaixonados (acabei mesmo de suspirar). Como é bom mostrar que estamos bem aos que nos rodeiam, como é bom contagiar quem passa por nós. Como é bom fazerem observações do género “nunca pensei ver-te assim”, “como tu estás gaja”, “não pareces a mesma, já nem te reconheço”, “que é feito da pessoa fria e insensível que eu conhecia?”. As atitudes mudaram e eu só consigo sentir orgulho nisso. Enquanto que antes quase nada me atingia, um gesto carinhoso, um olhar mais terno, uma palavra querida, agora tudo me ataca como se nem um pequeno escudo tivesse para me defender. É bom e mau. Vulnerável a desilusões mas também vulnerável à entrega. Sinto que estou na minha melhor fase, em paz comigo mesma, os problemas passam-me ao lado, quer dizer, não deixo de me preocupar com o que é importante, apenas não me deixo abater tão facialmente. O meu estado depressivo somente se faz notar na tua ausência. A falta que me fazes transborda pelo olhar e pelo sorriso, apercebem-se! E apercebem-se, também, que a felicidade compensa tudo porque essa, até pelos poros escapa.
Acontecem coisas boas a qualquer um, eu não me posso queixar, tenho amigos que sei que não me desiludem, pais que me apoiam, (…) não há muita gente que se possa dar ao luxo de ter estes privilégios em simultâneo! Mas para alem disso, encontrei o que me faltava, alguém que me pode dar o que mais ninguém é capaz. Foi no momento certo, aconteceu quando devia ter acontecido. Evoluiu na perfeição. Não tenho mesmo motivos para andar em baixo, até com a porcaria da distância, (tinha que haver um defeito), essa resolver-se-á.
Agora só quero mesmo aconchegar-me na minha cama e esperar que adormeça. Quero sonhar contigo e acordar com o sol a entrar-me pela janela.
Hoje estou feliz. Hoje estou confiante. Hoje continuo a amar-te.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
I've been waiting on my own too long
Esperei, experimentei, desesperei e encontrei.
Vhen you hold me like you do
It feels so right
O mundo fica só nosso!
Tudo parece estar espectacularmente equilibrado, e (…)
Every dream inside my soul
And when you kiss me
On that midnight street
Sweep me off my feet
Deixo de sentir terra.
A realidade obscura não existe.
Voo para bem longe tal como a Alice.
A musica não tem muito a ver connosco, mas o vídeo tem!
Os olhares e as primeiras impressões.
As loucuras cometidas.
As surpresas e demonstrações de afecto.
As viagens de carro e todos os nossos momentos.
O tempo que passo a pensar em ti, no meu quarto, na minha cozinha, na minha sala, na minha varanda, até no café!
As musicas que me levam para bem perto de ti.
Os nossos beijos inexplicavelmente maravilhosos tal e qual no minuto e vinte e sete.
As nossas despedidas e reencontros.
A tua dança à Angélico.
Os teus discursos que me deixam completamente fora de mim, com olhos em lágrimas, boca aberta e baba na tshirt.
Os nossos finais amorosos.
E eu cada vez estou mais certa, que não aconteceu tudo por acaso. Se calhar o destino até existe. Não acreditava, era completamente céptica em relação a essas coisas todas. Mas a realidade é que não pode ter havido assim tantas coincidências para que se realizasse o nosso encontro, isso sim é completamente improvável. Começo mesmo a acreditar no destino, e que tu tiveste de o atravessar na altura certa. Hoje digo que não consigo estar sem ti apesar de não estar, digo que não consigo deixar de pensar em ti, digo que não consigo estar com mais ninguém sem ser contigo, vai tudo para alem das minhas capacidades. O coração se calhar tem mesmo um poder enorme sobre mim e acho que só agora me estou a aperceber disso. Agia sempre com a cabeça, mas se calhar foi porque nunca ninguém acertou em cheio no meu ‘tum-tum’.
Tu, João foste o melhor atirador!
Os olhares e as primeiras impressões.
As loucuras cometidas.
As surpresas e demonstrações de afecto.
As viagens de carro e todos os nossos momentos.
O tempo que passo a pensar em ti, no meu quarto, na minha cozinha, na minha sala, na minha varanda, até no café!
As musicas que me levam para bem perto de ti.
Os nossos beijos inexplicavelmente maravilhosos tal e qual no minuto e vinte e sete.
As nossas despedidas e reencontros.
A tua dança à Angélico.
Os teus discursos que me deixam completamente fora de mim, com olhos em lágrimas, boca aberta e baba na tshirt.
Os nossos finais amorosos.
E eu cada vez estou mais certa, que não aconteceu tudo por acaso. Se calhar o destino até existe. Não acreditava, era completamente céptica em relação a essas coisas todas. Mas a realidade é que não pode ter havido assim tantas coincidências para que se realizasse o nosso encontro, isso sim é completamente improvável. Começo mesmo a acreditar no destino, e que tu tiveste de o atravessar na altura certa. Hoje digo que não consigo estar sem ti apesar de não estar, digo que não consigo deixar de pensar em ti, digo que não consigo estar com mais ninguém sem ser contigo, vai tudo para alem das minhas capacidades. O coração se calhar tem mesmo um poder enorme sobre mim e acho que só agora me estou a aperceber disso. Agia sempre com a cabeça, mas se calhar foi porque nunca ninguém acertou em cheio no meu ‘tum-tum’.
Tu, João foste o melhor atirador!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
E este blog começa a tornar-se muito amoroso!
Sim sim, o nome é no seio da pandalandia, não tinha muita lógica andar para aqui a divagar sobre assuntos do meu quotidiano, não interessam a ninguém.
Portanto pensei em criar um outro blog, escreveria sobre outros temas que nada tivessem a ver comigo, viajava por outras terras, descreveria outras andanças, mas logo desisti da ideia. Não é que fosse má de todo mas estar dividida entre dois blog’s iria tirar atenção ao mais importante, e bem (…) confesso que não me agrada nem um pouco.
Este blog já faz parte de nós, é mais uma das coisas que disfarçam a distancia, é como um diário onde despejo todo e qualquer tipo de sentimento, é como um esconderijo, um refúgio, aqui sai tudo! Deito tudo cá para fora! Medos, inseguranças, saudades, alegrias, paixão. Fica tudo aqui escarrapachado para ti, e o mais gratificante de tudo é saber que para ti os meus textos são completamente transparentes, que não tenho de te dizer tudo, que não tenho de ser específica para que tu percebas o que sinto.
Mas pronto, voltando ao assunto inicial, este blog começa a tornar-me mesmo meloso. Não é que me importe do estado em que estou, é precisamente o contrário, a minha preocupação reside assim nos blogueiros. Bem, um mar de rosas nunca fascinou ninguém, quer dizer, pelo menos a mim não me fascinava nada, os textos amorosos deixam-me sempre nostálgica, mas confesso que acabo por me cansar! E o receio é exactamente esse, eu não quero de modo nenhuma cansar os olhos nem a cabeça de ninguém, mas também não quero de modo algum deixar de escrever o que sinto.
Chamem-me estúpida agora vá, a estudar físico-química nunca poderia sair um texto coerente e em condições.
Vou tentar arranjar um meio-termo! Mas de vez em quando contem com muito mel! Não pode faltar, nem isso nem o bambu.
(não sei bem porque é que escrevi este texto, ninguém me pediu nada! Mas hoje de manha estava para aqui a passear e vi um post duma rapariga que falava sobre um tal blog que andava a criticar os blog’s lamechas, bem esse assunto deixou-me bastante pensativa e pronto, saiu isto –‘)
Sim sim, o nome é no seio da pandalandia, não tinha muita lógica andar para aqui a divagar sobre assuntos do meu quotidiano, não interessam a ninguém.
Portanto pensei em criar um outro blog, escreveria sobre outros temas que nada tivessem a ver comigo, viajava por outras terras, descreveria outras andanças, mas logo desisti da ideia. Não é que fosse má de todo mas estar dividida entre dois blog’s iria tirar atenção ao mais importante, e bem (…) confesso que não me agrada nem um pouco.
Este blog já faz parte de nós, é mais uma das coisas que disfarçam a distancia, é como um diário onde despejo todo e qualquer tipo de sentimento, é como um esconderijo, um refúgio, aqui sai tudo! Deito tudo cá para fora! Medos, inseguranças, saudades, alegrias, paixão. Fica tudo aqui escarrapachado para ti, e o mais gratificante de tudo é saber que para ti os meus textos são completamente transparentes, que não tenho de te dizer tudo, que não tenho de ser específica para que tu percebas o que sinto.
Mas pronto, voltando ao assunto inicial, este blog começa a tornar-me mesmo meloso. Não é que me importe do estado em que estou, é precisamente o contrário, a minha preocupação reside assim nos blogueiros. Bem, um mar de rosas nunca fascinou ninguém, quer dizer, pelo menos a mim não me fascinava nada, os textos amorosos deixam-me sempre nostálgica, mas confesso que acabo por me cansar! E o receio é exactamente esse, eu não quero de modo nenhuma cansar os olhos nem a cabeça de ninguém, mas também não quero de modo algum deixar de escrever o que sinto.
Chamem-me estúpida agora vá, a estudar físico-química nunca poderia sair um texto coerente e em condições.
Vou tentar arranjar um meio-termo! Mas de vez em quando contem com muito mel! Não pode faltar, nem isso nem o bambu.
(não sei bem porque é que escrevi este texto, ninguém me pediu nada! Mas hoje de manha estava para aqui a passear e vi um post duma rapariga que falava sobre um tal blog que andava a criticar os blog’s lamechas, bem esse assunto deixou-me bastante pensativa e pronto, saiu isto –‘)

Adoro recordar tudo que é nosso!
Adoro ler as mensagens antigas.
Adoro ler os textos escritos para ti e para mim.
Adoro ver as tuas e as nossas fotos.
Adoro ouvir as músicas que tanto nos dizem.
Adoro ver a caixinha embora um pouco vazia.
Adoro enrolar-me na minha cama e viajar em pensamentos.
E eu continuo sem entender como é que tudo aconteceu! Quer dizer eu sei como tudo aconteceu, mas não sei porque razão tomou um rumo diferente de todas as outras relações. És especial eu sei. Mas pensava que isso não era suficiente.
Mais uma vez redondamente enganada.
És diferente e fazes-me sentir diferente. Isso por si só muda tudo!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Perco-me na tua presença ou então perco-me na tua ausência!Não tenho bem a certeza acerca da altura em que se dá esse fenómeno, não sei bem quando me sinto perdida.
Não sei se são os beijos melosos ou a falta deles.
Não sei se é toda a atenção que me das quando estamos juntos ou a falta dela.
Não sei se são os carinhosos abraços ou a falta deles.
Não sei, so sei que me perco no meio disto tudo!
Não sou a mesma pessoa quando estou contigo!
Não sou a mesma pessoa quando não estou contigo!
A verdade é que já não sei quando sou eu.
Sinto-me perdida nos teus braços e longe deles.
Mas também não sei se me quero encontrar.
Quero é ficar contigo e se isso significar perdição então eu quero mesmo perder-me por muito tempo.
Prefiro assim a ter de descobrir o que realmente sou e quando o sou.
Quero perder-me para sempre em ti.

E completam-se.
Quer seja com barba a arranhar, lábios secos a atrapalhar ou cabelos à mistura eles completam-se!
Arranjam sempre maneira de se colarem, quer seja a meio da noite entre os lençóis ou em frente ao semáforo vermelho, no jardim do Colombo com lágrimas a cair ou no banho de espuma, (…) Eles encontram-se e completam-se.
Sinto-me deslocada, não sei bem se na lua ou nas nuvens, mas num sítio parecido é de certeza! Os nossos beijos levam-me!
Quer seja com barba a arranhar, lábios secos a atrapalhar ou cabelos à mistura eles completam-se!
Arranjam sempre maneira de se colarem, quer seja a meio da noite entre os lençóis ou em frente ao semáforo vermelho, no jardim do Colombo com lágrimas a cair ou no banho de espuma, (…) Eles encontram-se e completam-se.
Sinto-me deslocada, não sei bem se na lua ou nas nuvens, mas num sítio parecido é de certeza! Os nossos beijos levam-me!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
“(...)Foi mesmo cenas de cenas daquelas cenas que são mesmo cenas mais que boas (…) quando nos beijamos acho que tudo parou à nossa volta. Lembro-me que deixei de levar cotoveladas e bicos nos calcanhares.(...)“
Parece que nessa noite não te tornaste num distribuidor de fruta! Tornaste-te oficialmente no meu lindo e fofo panda!
“(…)o meu único medo é que te acabes por esquecer de mim, que eu me torne apenas mais um. Duvido que alguma coisa acabe de um momento para o outro.(...)”
Mais um o caralho, nem sequer dá para comparar, não consegues estar no mesmo patamar que os outros, por muito que queiras.
“(...)Trair-te? Foda-se, so se fosse com um clone teu pensando que eras tu. Rotina? Continuas a achar que quanto mais tempo eu passar contigo, mais me vou fartar de ti? Isso é a coisa mais ridícula de sempre. Cada segundo que passo contigo, faz-me querer mais cem iguais, contigo ao meu lado.(...)”
Trair-te? Só em sonhos e drogada ahaha …
E passou um, desde aquela noite (…)
Parece que nessa noite não te tornaste num distribuidor de fruta! Tornaste-te oficialmente no meu lindo e fofo panda!
“(…)o meu único medo é que te acabes por esquecer de mim, que eu me torne apenas mais um. Duvido que alguma coisa acabe de um momento para o outro.(...)”
Mais um o caralho, nem sequer dá para comparar, não consegues estar no mesmo patamar que os outros, por muito que queiras.
“(...)Trair-te? Foda-se, so se fosse com um clone teu pensando que eras tu. Rotina? Continuas a achar que quanto mais tempo eu passar contigo, mais me vou fartar de ti? Isso é a coisa mais ridícula de sempre. Cada segundo que passo contigo, faz-me querer mais cem iguais, contigo ao meu lado.(...)”
Trair-te? Só em sonhos e drogada ahaha …
E passou um, desde aquela noite (…)
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Mas que tal...Era uma vez uma rapariga chamada genoveva, bué alta e com grandes manchas pelo corpo, tinha dois corninhos que todos achavam bué querido, um dia descobriu uma grande panda bué fofa e peludinha, as duas foram de maos dadas pela rua fora e encontraram um galileu completamente esfaqueado e morto numa esquina. (agora mudei eu xD) A genoveva e a panda choraram choraram de tanto rir agarradas uma à outra. Afinal a panda nunca gostou do galileu manhoso. No final, foram a uma gelataria onde foram servidas por um elefante celulitico. E foram as duas felizes para sempre. Fizeram safaris e comeram bambu. :D
- Nao vamos falar da insanidade mental da Pêjó!
Facilidades.
Hoje falaram-me disso e eu confesso que fiquei bastante atordoada com a conversa. Não me falaram sobre a facilidade que os filhos de pais ricos têm em arranjar roupas de marca ou telemóveis ultimo modelo, nem das facilidades que um atleta profissional tem para entrar numa faculdade. Falaram dum campo especifico, da facilidade de uma relação, mais propriamente da facilidade que uma rapariga totalmente e loucamente apaixonada pode dar a um rapaz. Disseram-me que eles não gostavam e que raparigas assim eram completamente descartáveis. Não é que já não soubesse isso. Estou farta de saber e tal como eles não gosto de facilidades no que toca ao amor. Gosto de desafios e de conquistas que demoram algum tempo a serem realizadas, tal como aconteceu contigo. Mas o facto é que realmente fiquei a pensar neste assunto. Pensativa em relação a algumas atitudes e consequências.
Não cheguei a nenhuma conclusão.
O medo de te perder não me deixa raciocinar, não com a clareza que é preciso. Não quero mudar e não quero que te canses. Não sei se estou a ser fácil, o que é certo é que estou diferente e por isso talvez não tenha sido à toa que me arrastaram para a tal conversa.
Estou a ser embalada por este sentimento como nunca fui, e sinto que tenho de pôr um travão, não vá ter a maior desilusão e decepção da minha vida.
Sinceramente não me apetece sofrer o dobro ou o triplo do que já sofri. E se continuar neste caminho, temo que seja isso que vá acontecer. Não quero, não quero.
E também não quero mudar, embora ache que seja necessário. Continuo a não querer, a não querer. Não quero transmitir-te uma ideia errada, por isso vou tentar ser moderada e arranjar um meio termo. Também não me apetece. E agora é a altura em que vocês pensam: mas esta gaja é mesmo complicada.
E eu respondo, e que rapariga é que não é confusa?
Eu própria acho que já estou a ficar doente só de pensar neste texto e no seu conteúdo. São coisas a mais a passarem-me pela cabeça, demasiadas ideias para tão curto espaço físico. Eu vou-me controlar juro e vou tentar não voltar a pensar neste assunto.
Vou acreditar no que os outros me dizem (sim, porque depois da tal conversa eu tinha que ouvir as outras opiniões, se não estrava logo em depressão)! Vou acreditar que eu não sou fácil e que apenas lutei com tudo para ser feliz. Que facilidade não tem esse significado e que eu mereço o que me está a acontecer. Que ninguém se vai cansar porque estamos completamente moldados para ficar juntos. Eu vou mesmo acreditar nisso. Preciso de acreditar.
Hoje falaram-me disso e eu confesso que fiquei bastante atordoada com a conversa. Não me falaram sobre a facilidade que os filhos de pais ricos têm em arranjar roupas de marca ou telemóveis ultimo modelo, nem das facilidades que um atleta profissional tem para entrar numa faculdade. Falaram dum campo especifico, da facilidade de uma relação, mais propriamente da facilidade que uma rapariga totalmente e loucamente apaixonada pode dar a um rapaz. Disseram-me que eles não gostavam e que raparigas assim eram completamente descartáveis. Não é que já não soubesse isso. Estou farta de saber e tal como eles não gosto de facilidades no que toca ao amor. Gosto de desafios e de conquistas que demoram algum tempo a serem realizadas, tal como aconteceu contigo. Mas o facto é que realmente fiquei a pensar neste assunto. Pensativa em relação a algumas atitudes e consequências.
Não cheguei a nenhuma conclusão.
O medo de te perder não me deixa raciocinar, não com a clareza que é preciso. Não quero mudar e não quero que te canses. Não sei se estou a ser fácil, o que é certo é que estou diferente e por isso talvez não tenha sido à toa que me arrastaram para a tal conversa.
Estou a ser embalada por este sentimento como nunca fui, e sinto que tenho de pôr um travão, não vá ter a maior desilusão e decepção da minha vida.
Sinceramente não me apetece sofrer o dobro ou o triplo do que já sofri. E se continuar neste caminho, temo que seja isso que vá acontecer. Não quero, não quero.
E também não quero mudar, embora ache que seja necessário. Continuo a não querer, a não querer. Não quero transmitir-te uma ideia errada, por isso vou tentar ser moderada e arranjar um meio termo. Também não me apetece. E agora é a altura em que vocês pensam: mas esta gaja é mesmo complicada.
E eu respondo, e que rapariga é que não é confusa?
Eu própria acho que já estou a ficar doente só de pensar neste texto e no seu conteúdo. São coisas a mais a passarem-me pela cabeça, demasiadas ideias para tão curto espaço físico. Eu vou-me controlar juro e vou tentar não voltar a pensar neste assunto.
Vou acreditar no que os outros me dizem (sim, porque depois da tal conversa eu tinha que ouvir as outras opiniões, se não estrava logo em depressão)! Vou acreditar que eu não sou fácil e que apenas lutei com tudo para ser feliz. Que facilidade não tem esse significado e que eu mereço o que me está a acontecer. Que ninguém se vai cansar porque estamos completamente moldados para ficar juntos. Eu vou mesmo acreditar nisso. Preciso de acreditar.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Indicação temporal: Noite de Quarta-feiraEspaço físico: Quarto, o meu quarto
Estado: Ansiosa e nostálgica
Roupa: Calças de ganga, top com cerejas
Cabelo: Preso
Ambiente: Yann Tiersen, telemóvel, televisão ligada (sem som), singlet enrolada no pescoço
A atingir o limite. As chamadas não matam as saudades, nem tão pouco as mensagens. Só dificultam ainda mais. Ter que te ouvir através de um dispositivo electrónico é frustrante, ter que trocar mensagens para não sentir a falta das tuas palavras é angustiante. Preciso de mais, o meu corpo precisa de mais, tenho que mudar. Mudar-me. Não digo que não aguentaria este ritmo durante meses, mas acredito que a tristeza acabaria por me inundar de lágrimas e falsos sorrisos. A distância não é saudável. Podem discordar, argumentar à vontade, eu não mudo de opinião. A distância corrói, a distancia consome, a distancia afasta e eu não gosto nem um pouco disso. Eu quero é estar contigo, aparecer-te à porta sempre que desejar, levar-te a tomar o pequeno-almoço só para ter a certeza que o dia corre bem, dormir abraçada a ti, enrolada nos teus braços. Quero poder beijar-te quando me dá vontade, abraçar-te. Quero poder esmurrar-te e morder-te sempre que o pedires. Quero simplesmente ter-te por perto. Presenciar todos os momentos, os maus, os bons. Quero fazer parte do teu presente e futuro.
Quero-te. Não te quero só para mim. Quero-te!
As saudades matam.
Está-me tudo a morrer aos poucos.
O sabor do teu beijo,
a intensidade do teu abraço,
a imagem do teu sorriso,
o carinho do teu olhar,
o cheiro do teu perfume.
Começa tudo a ficar um pouco distorcido da realidade.
Preciso mesmo de te ver.
Tenho de sentir tudo isto de novo,
saber que estás vivo, bem dentro de mim!
Está-me tudo a morrer aos poucos.
O sabor do teu beijo,
a intensidade do teu abraço,
a imagem do teu sorriso,
o carinho do teu olhar,
o cheiro do teu perfume.
Começa tudo a ficar um pouco distorcido da realidade.
Preciso mesmo de te ver.
Tenho de sentir tudo isto de novo,
saber que estás vivo, bem dentro de mim!
terça-feira, 23 de junho de 2009
"Tu ainda hoje te perguntas porque é que eu não fui capaz de dar o tal primeiro passo. Fodace, eu só de olhar para ti ficava nervoso caralho. Só pensava. Esta gaja é linda. Fodace *.*. Mudaste-me completamente. Eu que era o puro do Don Juan, não consegui sequer dar-te a puta de um beijo. Acho que tava com medo por ser estranho e tu depois deixares de me falar. Epa não sei. Tiveste de ser tu a avançar. Caralho onde e que eu tinha a puta da cabeça -.-. A partir dai pronto. Eu acho que não dormi nessa noite, a pensar em ti e nos nossos beijos.."Como eu tenho saudades dos beijos super gostosos uhuh!
Téamô
Subscrever:
Mensagens (Atom)


