quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Lembro-me constantemente de ti,
de como eras na idade da inocência,
do que eras comigo em tempos.
Lembro-me diariamente de nós,
dos momentos que passamos,
das gargalhadas e de todas as loucuras.

Memórias que nunca desaparecerão,
e que nunca vão passar disso.

Destruíste tudo,
toda a amizade.

Agora és só mais uma desilusão,
e nunca serás mais do que isso.

1 comentário:

Rita disse...

The point of no return.