Cá estou eu numa tentativa de escrever sobre nós, gostava
que fosse como outrora, demasiado fácil, demasiado cor-de-rosa, gostava que as
palavras me saíssem como me arrancas um beijo, gostava. Gostava de não escrever
a preto e branco. Gostava de percorrer os pensamentos sem ter que me deparar
com uma nuvem cinzenta a tapar-me o sol. Gostava. Gostava que pudéssemos apagar
.. não, não gostava. Não apagava, nem eu nem tu, uma única discussão, nem um
único mau momento, não apagava nenhuma nuvem, nem nenhuma letra trocada entre
nós, não apagava nenhum beijo nem nenhum silêncio, não apagava. Portanto não
gostava de .. isto é como é, é como tem de ser. Após quase meio ano ainda não
aceitei quase nada de errado da nossa relação, critico e critico e volto a
criticar, resmungo e discuto, volto a discutir? E não aceito. Sou sempre
demasiado exigente e intolerante. (eu sei, eu sei péssimo, horrível, ..). Quero
sempre mudar, quero que tudo seja à minha maneira e esqueço-me do mais
importante - eu apaixonei-me por ti assim, eu continuei a apaixonar-me por ti
assim, e se tento mudar o mais certo é desapaixonar-me portanto estou neste
momento a requisitar alguém para me pregar um par de estalos por favor.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Primeiro Sábado de Maio, manhã primaveril e solarenga e nós ainda sem dormir, completamente acelerados, entusiásticos após mais uma noite de Sexta-feira, na cama enrolados e suados sem conseguir cessar as invasões, uma atrás da outra, com vitórias e derrotas. Poderíamos permanecer por mais umas demoradas horas, num ritmo irracional, sexo matinal é sem dúvida deslumbrante. Mas, e há sempre o mas, era dia de limpezas. Levantamo-nos, perfeitamente desnudados e cozinhamos o pequeno-almoço, como eu adorava cozinhar contigo, como eu adorava admirar-te com a frigideira nas mãos, era impossível desviar o olhar, um homem torna-se tão sexy na cozinha, não demorei a iniciar nova batalha. Aqueles balcões gemeram connosco, assim como a farinha e os ovos que se juntaram. Alimentados e saciados (temporariamente) lançámo-nos à sala desfeita, barulhenta e deveras nauseabunda. Cervejas, whisky, salgadinhos, pizza, cigarros, cinza e o estômago de alguém no canto. Entre esfregonas, espanadores, vassouras e aspiradores lá conseguimos criar um ambiente razoavelmente agradável. Aquele cheiro, aquela organização, aquela frescura tinha de perder a virgindade imediatamente, aquele sofá demasiado intacto e puro (aos meus olhos) precisava de ser desrespeitado, leste-me os pensamentos e as almofadas automaticamente desapareceram. A nossa união era admirável, dois corpos em cuidada conexão em qualquer parte do mundo. Eu irreversivelmente amava-te no sofá, na cama, no chão, no balcão, no jardim, na rua, no banco, eu amava-te e desejava-te desmedidamente.
Os sábados que eu tanto abominava em criança, tinham-se convertido no paraíso da semana.
Acabámos por adormecer no chão, envolvidos na carpete.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Estava sombrio e silencioso, assustador. A chave enferrujada demorou na fechadura perra. Escutei gotas de água a espancarem o chão violentamente, ai o eco! Entrei com medo, sem saber onde tinha os pés, sem perceber o caminho, eram escadas, três apenas. Tropecei, como sempre desastrada e agarraste-me com um beijo. Rodopiamos, dançamos e abraçamo-nos. Um primeiro beijo a um desconhecido conhecido há meio ano, um beijo às escondidas, no escuro, na cave como se ainda permanecêssemos na adolescência. Um beijo daqueles que não nos molha somente os lábios, mas que atinge todos os poros do corpo, que nos fazem tremer e desesperar por mais. Desorientada, apaixonei-me.
O coração precisa de tempestades não de mar calmo.
Naquele momento, trovejaste em mim, adorei, toda eu estava em catástrofe numa euforia total.
Entraste-me sem avisar, arruinaste a serenidade, destruíste-me e ficaste só tu, preso no pensamento. Tu e eu não fazíamos um nós, embora soubéssemos que a ligação não iria ser quebrada.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Foi a caminhada mais longa que tive de uma hora. Agarrada ao ipod e às memórias, deixando pegadas e lágrimas, foi assim que me despedi após teres largado a cereja final no topo do bolo. Aguardei ansiosa por este dia, confesso, precisar e não querer, admito. Demorou muito menos do que eu pensava, volto a confessar, escalaste a montanha de sentimentos, recordações, confusões a uma velocidade nunca vista e lá a pousaste sem brilho nem encanto. Agora é só mais uma alojada algures dentro do meu corpo.
Só mesmo ao teu alcance, qualquer coisa acima do topo.
Amanhã é um novo dia, espero eu. Obrigada.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Release
Amor e uma cabana,
O pôr-do-sol na ilha paradisíaca sempre me havia fascinado, mas naquele dia estava especialmente diferente.
Entravas no mar carinhosamente, como se não o quisesses acordar e este mantinha-se sereno, as ondas abraçavam a areia de uma forma mágica e eu era beijada ardentemente tal e qual aquele céu que nos guardava as costas. Com os lábios colados, assim ficamos até o sol ser completamente devorado. Esperava-nos uma longa noite. A mesa estava completa, a comida cheirava deliciosamente bem e o vinho há muito que nos provocava umas certas sensações.
A sobremesa era servida na praia, junto das tochas e das colunas que nos enchiam a mente com Úrsula. A lua já iluminava os nossos corpos morenos, cobertos de linho branco enquanto espiava os nossos movimentos. Ao som de Release não conseguimos parar de nos beijar apaixonadamente, o meu vestido desapareceu e só conseguia sentir o cheio do teu tronco. Naveguei pelo teu corpo, navegaste pelo meu e aquela fina areia branca ora se ajustava a mim, ora se ajustava a ti. Ficamos ali durante músicas. Rapidamente arrefeceu.
A cabana, sem tecto, era confortável. Deitamo-nos naquelas imensas almofadas, despidos, abraçados e apaixonados e ali ficamos a libertar-nos até amanhecer. A forma como me tocavas, como me beijavas era fascinante. O sexo, era ..
quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
PRECISO DE AJUDA!
"BOAS, AJUDEM-ME A MANTER O PRIMEIRO LUGAR!!!
http://apps.facebook.com/carai bas/?ref=nf
NAO CUSTA NADA E A MIM VALE-ME UMA VIAGEM AS CARAIBAS!
VOTOS PRECISAM-SE: Permitir, Galeria, Ordenar por: votados, Pagina 1, Patrícia Simão, “gosto”
- Ajudem uma amiga minha a ganhar uma viagem de sonho. Para a proxima podem ser voces a precisar :D
Xoxo ♥
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Xoxo ♥
PLEASEEEEEE ! O que está em segundo já se está a aproximaaar . PLEASE!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Nova Iorque, estás cada vez mais distante de mim.
Preciso tanto de uma garantia, de uma certeza, de algo para me agarrar. Preciso de saber que ainda me vais receber de braços abertos. Achava que Paris seria a cidade de amor ideal para mim, mas neste momento já só penso em ti - Nova Iorque - e em todos os momentos que me proporcionarás. Quero abraçar-te, cheirar-te, beijar-te. Quero adormecer em ti todas as noites, quero viver em ti.
Os bilhetes estão esgotados para os próximos dias e semanas. Será que posso comprar para os próximos meses? Preciso de uma garantia.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Boys are like purses. You're always gonna have that one boy that you're always comfortable with and you know you'll always kind of like. That's your purse that you wear everywhere. Then you have that gorgeous bag that you want everyone to see you with but the gorgeous bag is usually an asshole or costs a lot of money. Then you have those other purses that you really like but you really don't want to be seen with.
Lauren Conrad
domingo, 8 de maio de 2011
" Pratica a coragem. Sem medo. Sem te desviares um milímetro que seja do que és. Não te acanhes, não te rebaixes, não fiques com nada por dizer. És mais bravo do que pensas e o teu corpo é mais resistente do que imaginas. Segue, vai contigo. Conta com aquilo que tens. Ouve o bichinho que te diz esquerda quando toda a gente vai para a direita. (esse bichinho és tu, não o pises.). Pratica a tua intuição, vai mais vezes, erra as vezes que precisas. Dorme descansado. Tu não és mais ninguém, nunca o serás. Por mais que te gritem o contrário, tu és tu. Ponto. Por isso, pratica o que tens. Pratica o que só em ti existe e é raro nos outros. Pratica o desplante, a candura, o despropósito e o magnânime. Pratica o estrambólico, o arrumadinho e o absurdo. Pratica quem és. Só assim serás inteiro e te manterás original. "
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